Quantas garrafas por pessoas ?

Dicas de quantidade de bebidas para festas, casamentos, formatura, etc.:

Champanhes, espumantes ou frisantes: 1 garrafa para cada 3 pessoas*

Vinho tinto: 1 garrafa para cada 5 pessoas

Whisky: 1 garrafa para cada 10 pessoas

 

*Se você optar por servir espumante brut (seco) e demi-sec (meio-doce), sugere-se que 70% seja brut e 30% demi-sec. Ainda nesse caso, sugere-se um brut rosé e um demi-sec branco para um serviço mais eficiente.

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Com ou sem barrica?

No fim das contas, é essa a informação que leva muita gente a procurar a ficha técnica de um vinho. Mas por que o fato de ter passado ou não por barrica faz diferença? Resumidamente, é assim: a madeira, mais especificamente o carvalho, possui propriedades singulares que promovem o que os especialistas chamam de micro-oxigenação, ou seja, o vinho entra em contato com micropartículas de oxigênio durante o tempo em que estagia em madeira.

Essa micro-oxigenação promove o afinamento dos taninos, o que quer dizer que algumas moléculas de oxigênio e de tanino se ligam, ficam mais pesadas e vão parar lá no fundo da barrica (uma explicação simplista para um processo complexo). Assim, quando o vinho vai para a garrafa, só restam os taninos finos, macios e sedosos que deixam qualquer degustador maravilhado. Além dessa “maciez”, o tempo em barrica confere alguns aromas adicionais à bebida, dependendo do tipo de tostagem pela qual tenha passado a madeira: de baunilha, passando por café e chocolate e chegando a pão torrado.

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Por que vinho que passou por barrica geralmente é mais caro? Primeiro que um barril de carvalho novo é bem caro, algo como 800 dólares. Depois de 5 ou 6 usos ele já é considerado velho e serve apenas para estocar a bebida como whisky, por exemplo, não aporta mais aromas ou sabores. As barricas geralmente possuem capacidade para 225 litros, o que torna toda essa experiência bastante dispendiosa. Isso sem falar sobre o tempo e a arte que é construir uma barrica…

E por que carvalho? O carvalho é a madeira preferida para a confecção de barricas para vinhos (e outras bebidas) por causa de sua força e leveza ao mesmo tempo – além da maleabilidade. A estrutura celular desse tipo de madeira possui componentes com sabores que contribuem para o vinho. Outras madeiras já foram testadas, mas não alcançaram o sucesso que o carvalho proporciona.

 

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Vinho para a sobremesa do Natal

Panetone e rabanada são sobremesas clássicas para a Ceia de Natal. Se você escolheu essas delícias para o cardápio, nossa sugestão de harmonização é o vinho Justino’s Madeira 3 anos, português da Ilha da Madeira. Entre suas características, o aroma elegante que sugere frutos secos e a doçura que combina com as sobremesas. Macio e equilibrado, é daqueles vinhos que deixam um gosto delicioso na boca.

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O que é tanino?

Todo mundo que gosta de vinho já ouvir falar dele, mas nem todos sabem o que é. Tanino é uma substância que se encontra naturalmente em algumas plantas ou frutas, como maçã, romã, nozes, cacau, canela, feijão e… uvas. É essa a substância responsável pela careta que a gente faz quando o vinho parece uma banana verde que amarra, mas também é ele o responsável pelos benefícios antioxidantes que são atribuídos aos vinhos. Segundo especialistas, os taninos são capazes de precipitar proteínas; temos muitas proteínas na saliva, logo essa interação dá aquela sensação de adstringência. Já os benefícios dos efeitos antioxidantes, foram observados por cientistas em relação à diminuição dos problemas cardiovasculares e ainda o auxílio no combate ao envelhecimento celular. Os taninos, quando bem domados, são os responsáveis pela estrutura e complexidade de um vinho e, junto com a acidez, pela longevidade da bebida.

 

A tannat é conhecida pela grande quantidade de taninos.
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Alcachofra

A alcachofra é uma flor exótica conhecida e consumida há séculos. O nome vem do árabe al-kharshûf (algo como planta com espinho). Já o nome científico, Cynara cardunculos, vem de uma lenda grega que diz que Cynara era uma bela jovem que rejeitou Zeus, então ele a transformou em uma planta selvagem e espinhosa. Lendas à parte, a alcachofra é uma deliciosa e nutritiva iguaria. As suas partes usadas na culinária são o talo, que depois de limpo (sem as fibras), pode ser usado em sopas e saladas; a base das folhas, carnuda e comestível; e o “coração”, ou fundo, considerada a parte mais suculenta. Entre suas propriedades nutritivas, é rica em vitaminas do complexo 13, vitamina A, sais minerais, ferro, cálcio e fósforo. Por ter poucas calorias, é recomendada em dietas. Conheça as conservas Corações de Alcachofras da Paganini Gastronomia.

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Corações de Alcachofra Paganini.
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Todo espumante é champanhe?

Definitivamente não! A legislação de vinhos francesa é uma das mais rigorosas que se tem notícia – sorte nossa, pois isso faz com que a qualidade dos vinhos seja mantida. E o nome Champanhe é protegido por lei. Para começo de conversa, só pode ser chamado assim o vinho espumante elaborado na região de Champanhe, noroeste da França. Lá o clima é peculiar, mas ideal para as videiras nativas: inverno rigorosíssimo e verão seco, com muito sol e muito quente. O solo é composto por calcário e isso significa ótima drenagem e garantia de água mesmo com estiagem.

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Além disso, apenas três uvas são permitidas para a elaboração – Chardonnay, Pinot Noir e Pinot Meunier – e a segunda fermentação do vinho deve obrigatoriamente acontecer na garrafa. Em grosso modo, essas são as especificações para se elaborar o champanhe (no masculino). Se você ainda não experimentou um autêntico, acredite: tanto rigor compensa! Experimente o nosso Deutz e confira.

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Paulaner no YouTube

O vídeo “Das Paulaner Bräuhaus München am Kapuzinerplatz” apresenta as instalações da fábrica da cerveja alemã mais vendida no mundo, além da estrutura, da organização e do trabalho das pessoas envolvidas para elaborar os diversos estilos da Paulaner. Em menos de 3 minutos, você pode conhecer o mestre cervejeiro da Paulaner, Ulrich Schindler, “experimentar” a autêntica cozinha regional e ainda ter uma breve ideia da hospitalidade que espera quem for conhecer as instalações da marca na cidade de Munique.

https://www.youtube.com/watch?v=vglNoDi9fIY

Para saber mais sobre a marca alemã, clique aqui.

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Vinho verde é verde?

Não! Na verdade a região onde está a DOC Vinho Verde, o Minho, no noroeste de Portugal, possui uma riquíssima vegetação, e provavelmente é por isso que recebeu esse nome. Outra hipótese é que ali se fazem vinhos para serem consumidos logo que estão disponíveis ao mercado, ou seja, vinhos jovens. Vinho verde não é verde, mas pode ser branco ou tinto. Aqui no Brasil é mais difícil encontrar o tinto, mas em Portugal o seu consumo é frequente, principalmente harmonizado com sardinhas assadas.


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Os Vinhos Verdes brancos são elaborados principalmente com a uva Alvarinho (mas também com a Loureiro, Arinto e Trajadura) e caracterizam-se pelos aromas florais e o inconfundível frutado que lembra pêssego. Outra característica deliciosa da maioria dos Vinhos Verdes é que eles “picam” a língua, sensação causada pela acidez vibrante. Portanto, vinhos de personalidade e muito gastronômicos. Ficou com vontade de experimentar? Conheça nossas dicas: Alvarinho Portal do Fidalgo e Vinho Verde Loureiro do João Portugal Ramos.

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