A etimologia palavra mostarda é latina: Mustum ardens, que quer dizer mosto ardente, uma vez que na antigüidade os romanos já diluíam os grãos da planta em sumo de uva, com fins medicinais. Na França, durante o século XIII, a Moutarde passa a ser admirada e obrigatória nas mesas da corte, onde existia o Grande Moutardier, um responsável pela qualidade das mostardas servidas.
Durante século XVIII, Dijon se consagrou como capital mundial da mostarda, graças aos vinhedos de Bourgogne, que garantiam o abastecimento de vinhos e vinagres de qualidade para o preparo das mostardas finas e aromáticas. Os grãos eram esmagados com mós de pedra e recebiam então o sumo da uva, sal e especiarias.
A expressão "Moutarde de Dijon" é uma Denominação Controlada desde 1937 e se aplica exclusivamente às mostardas em pasta, preparadas com ingredientes peneirados e livres de suas impurezas, com teor mínimo de 28% de extratos secos totais.
I, a Moutarde passa a ser admirada e obrigatória nas mesas da corte, onde existia o Grande Moutardier, um responsável pela qualidade das mostardas servidas.
Durante século XVIII, Dijon se consagrou como capital mundial da mostarda, graças aos vinhedos de Bourgogne, que garantiam o abastecimento de vinhos e vinagres de qualidade para o preparo das mostardas finas e aromáticas. Os grãos eram esmagados com mós de pedra e recebiam então o sumo da uva, sal e especiarias.