Paella com carnes

Paella com Carnes
Paella com Carnes

 

Rendimento: 18 porções

Ingredientes

750g de peito de frango cortado em cubos

750g de lombo de porco cortado em cubos

720 g de mignon de porco preto cortado em cubos

250g de chouriço Sarta Serrano

150g de Fue Catalan

2 cebolas cortadinhas

6 dentes de alho picados

75ml de azeite de oliva Paganini

5 tomates cortado em cubinhos

1 pimentão amarelo cortado em tirinhas

1 pimentão vermelho cortado em tirinhas

1 pimentão verde cortado em tirinhas

1 quilo de arroz espanhol Extra Senia la Paella Valenciana Bomba

2 envelopes de tempero para Paella sabater

300g de ervilhas

500g de palmito cortado em rodelas

3 limões cortado em fatias para decorar

2 litros de água

 

Paella

Como fazer

Em uma paellera, refogue o peito de frango e reserve. Faça o mesmo procedimento com o lombo de porco e o mignon de porco preto. Na mesma panela, refogue a cebola e o alho no azeite de oliva. Coloque os pimentões e os tomates. Acrescente as carnes reservadas, o chouriço e o fue. Mexa bem. Coloque o arroz, o tempero para paella e misture. Em seguir acrescente a água. Cubra a paellera com papel alumínio, abaixe o fogo e deixe cozinhar por 20 minutos. Retire o alumínio, coloque as ervilhas e o palmito, feche novamente com papel alumínio a paella, desligue o fogo e deixe descansar por 10 minutos. Decore com as fatias de limão sirva em seguir a sua deliciosa Paella com Carnes.

 

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Jacob’s Creek Shiraz: destaque da semana

 

Jacob’s Creek Shiraz
Jacob’s Creek Shiraz

Muito já se especulou sobre as origens da uva Syrah, antigamente diziam que ela era nativa da Pérsia (Irã) porque lá havia uma cidade chamada Shiraz, que produzia o Shirazi wine. Mas em 1998 um exame de DNA confirmou que a Syrah é francesa, fruto de um cruzamento natural entre as uvas Mondeuse Blanche e Dureza. Uva altamente adaptável, a Syrah produz vinhos com qualidade em diversos lugares do mundo, mas foi na Austrália que se consagrou pela produção de rótulos intensos, exuberantes, amplos, encorpados e potentes.

Shiraz da Jacob's Creek.
Shiraz da Jacob’s Creek.

O Jacob’s Creek Shiraz 2011 apresenta aromas de frutas maduras com notas de chocolate e cedro, no nariz. Em boca, é seco, possui boa acidez, taninos bem estruturados, além de ser macio e sedoso. Acompanha muito bem pernil de cordeiro assado, queijos moles e cremosos como o cheddar. Deve ser servido a 16°C.

O australiano Jacob's Creek Shiraz.
O australiano Jacob’s Creek Shiraz.

Jacob´s Creek

Se hoje o Vale Barrosa, no sul da Autrália, é conhecido pelos excelentes vinhos que produz, muito se deve ao imigrante alemão Johann Gramp, natural da Bavária, que ficou impressionado com a potencialidade daquelas terras para a viticultura e, em 1847, plantou seu primeiro vinhedo na região com a intenção de produzir vinhos que mostrassem o verdadeiro caráter da terra.

Jacob’s Creek originalmente é o nome do riacho que atravessa a região, localizada 80 quilômetros ao norte da cidade de Adelaide. Ele emprestou o nome à famosa marca de vinhos produzidos pela Orlando Wine, fundada por Gramp. Desde seu surgimento, a vinícola é reconhecida pelos exemplares de personalidade e elegância que produz e atualmente é um verdadeiro ícone da indústria australiana, além de um dos principais exportadores do país. A empresa foi adquirida pela Pernod Ricard em 1989. Atualmente o tenista sérvio Novak Djokovic, o número 1 do mundo, é o embaixador da marca.

 

Jacob’s Creek originalmente é o nome do riacho que atravessa a região.
Jacob’s Creek originalmente é o nome do riacho que atravessa a região.

 

Curiosidade sobre a Shiraz: Até os anos 1980, era comum a Shiraz ser chamada na Austrália de Hermitage, a denominação mais conhecida do norte do Rhône, na França. Com a lei de proteção francesa ao nome dessa demarcação, a uva não pode mais ser chamada assim.

 

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La Crema e Edmeades: novidades da Califórnia

Vinhos elegantes são a marca da vinícola californiana La Crema.
Vinhos elegantes são a marca da vinícola californiana La Crema.

Desde o Julgamento de Paris, quando os vinhos californianos superaram os franceses em uma degustação às cegas, em 1976, a Califórnia é reconhecida pela excelência de sua produção vinícola, sendo responsável por 90% dos vinhos dos Estados Unidos. É na costa da Califórnia que estão as badaladas regiões de Sonoma, Mendocino e Napa, por exemplo, que produzem vinhos de altíssima qualidade. É também nessa região que está o grupo Jackson Family, que lança as linhas La Crema e Edmeades no Brasil esse mês, trazidas pelas importadoras Porto e Porto e Casa Flora.

A La Crema é uma vinícola comercial que produz com cuidado artesanal. Fundada em 1979, foi adquirida pelo grupo em 1992 e trabalha exclusivamente com as uvas Pinot Noir e Chardonnay – as típicas da Borgonha, na França. Reconhecida pelo estilo sofisticado, seus vinhos equilibram elegância e grande complexidade aromática. A La Crema produz em três regiões da Costa da Califórnia: Sonoma Coast, Monterey e Russian River Valley. Entre os rótulos lançados aqui, o premiado La Crema Russian River Valley 2012, que recebeu 92 pontos do crítico Robert Parker.

A névoa que toma conta da Costa da Califórnia é um dos fatores que aumentam ainda mais a qualidade dos vinhos La Crema.
A névoa que toma conta da Costa da Califórnia é um dos fatores que aumentam ainda mais a qualidade dos vinhos La Crema.

 

Já a Edmeades tem seus vinhedos em Mendocino, em Anderson Valley, e é famosa pela produção limitada e artesanal do vinho Zinfandel (essa uva é chamada de Primitivo na Itália). A vinícola evita o uso de dióxido de enxofre, utiliza apenas leveduras nativas para a fermentação em pequenos tanques abertos, realiza remontagem manual e engarrafa os vinhos sem nenhum processo de filtração para demonstrar o autêntico sabor da Califórnia – técnicas de produção de vinhos orgânicos. O rótulo Perli Zinfandel 2012 recebeu 92 pontos da publicação Wine&Spirits.

A Edmeades é uma vinícola butique que produz artesanalmente com a uva Zinfandel.
A Edmeades é uma vinícola butique que produz artesanalmente com a uva Zinfandel.

Conheça os rótulos que acaba de chegar nas importadoras Porto a Porto e Casa Flora.

La Crema

  • La Crema Monterey Chardonnay 2012
  • La Crema Russian River Chardonnay 2012 (Robert Parker 92 pontos)
  • La Crema Monterey Pinot Noir 2012
  • La Crema Sonoma Coast Pinot Noir 2012
  • La Crema Russian River Pinot Noir 2012 (International Wine Cellar 91 pontos)

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Edmeades

  • Perli Zinfandel 2012 (Wine Spirits 92 pontos)
  • Piffero Zinfandel 2010
  • Mendocino County Zinfandel 2012

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Sobre a Jackson Family

A Jackson Family foi fundada por Jess Jackson em 1982. Jackson era um advogado de terras que durante muitos anos recebeu o pagamento dos processos que defendia (geralmente pessoas que não queriam ter suas terras desapropriadas pelo governo) em terrenos na costa da Califórnia. Quando se deu conta, era o proprietário de inúmeras plantações de uva. Então começou a vendê-las para os vinicultores locais; quando não foi mais possível vende-las, passou a produzir vinhos. Atualmente o grupo Jackson Family é formado por 36 vinícolas independentes que trabalham com a filosofia “vinhos comerciais produzidos de forma artesanal”. Ao todo elas produzem 850 rótulos, sendo que, 400 rótulos já receberam 90 pontos ou mais de publicações como Wine Advocate (Robert Parker), Wine Spectator, Wine Spirits, Decanter, entre outras.

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Uma colher de azeite de oliva faz bem à saúde?

Um colher de azeite faz bem?
Um colher de azeite faz bem?

É tanto benefício que você pode até chegar a duvidar: mas será que o azeite de oliva faz tão bem assim à saúde? Os pesquisadores, os cientistas, os médicos e também os senhores e senhoras de longa idade da região do Mediterrâneo, que consomem azeite de oliva extra virgem praticamente desde o dia em que nascem dizem que sim, faz muito bem à saúde!

O FDA – Food and Drug Administration, órgão norte-americano que dita as regras do mundo sobre o que se deve ou não comer, ensina que o ideal são duas colheres ao dia, ou 25ml diariamente, para um adulto. No livro “O Poder da Cura do Azeite de Oliva” a autora Cal Orey diz que inseriu uma colher na sua refeição matinal e viu a diferença na balança.

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Entre os benefícios do azeite de oliva estão o combate ao colesterol ruim (o LDL), o aumento do colesterol bom (o HDL), prevenção de Acidente Vascular Cerebral (AVC) e redução da pressão arterial. Esse artigo da respeitada Sociedade Beneficente Israelita Brasileira traz muita informação sobre os benefícios do azeite de oliva.

Vale lembrar que para fazer bem ele deve ser azeite de oliva extra virgem, com acidez inferior a 0,8%, e não ser misturado a nenhum outro tipo de óleo.

A Porto a Porto traz ao Brasil azeites dos seguintes produtores:

Paganini: o melhor azeite da Itália para o Brasil.
Paganini: o melhor azeite da Itália para o Brasil.

Paganini

A linha italiana de azeites extra virgem é uma exaltação ao melhor sabor das azeitonas italianas e realçam o frescor e o perfume dos pratos, além de conservarem as características das variadas culturas de oliveiras. Conheça os produtos aqui.

Quinta do Ribeirinho

Produzido a partir de azeitona galega, autóctone das Beiras e a mais típica da região portuguesa. As azeitonas, colhidas manualmente, provêm de oliveiras seculares e são livres de produtos químicos, produzindo um azeite orgânico. Em boca, é concentrado, fresco, frutado e com um final excecionalmente persistente. A acidez máxima de 0,1%. O azeite, novidade no mercado, foi criado por Luísa Pato, irmã da enóloga Filipa Pato.

O português Quinta do Ribeirinho.
O português Quinta do Ribeirinho.

Deleyda

A marca produz azeite de oliva de qualidade inquestionável nas regiões chilenas Vale do Colchagua e Vale do Leyda através de uma mistura delicada de variedades italianas e espanholas desde 2005. Conheça os produtos aqui.

Deleyda
Deleyda

Oliveira Ramos

Produzido em Estremoz, no Alentejo, em Portugal, é feito a partir de azeitonas da variedade Galega, Cobrançosas e Picual. Com acidez de 0,2%, a produção é pequena para manter a elevada qualidade e as características únicas . Conheça os produtos aqui.

Josep Llorens

O Azeite de Oliva Extra Virgem Josep Llorens é feito a partir de azeitonas muito saudáveis, que foram colhidas no exato tempo de maturação e transformaram-se em azeite 12 horas depois de seu colhimento na árvore, através de tecnologias avançadas. A acidez é de 0,2%. Conheça os produtos aqui.

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Entre os 200 melhores vinhos da revista GOSTO

Os melhores do ano eleitos pelos degustadores da revista GOSTO.
Os melhores do ano eleitos pelos degustadores da revista GOSTO.

O ranking da revista GOSTO dos 200 melhores vinhos à venda no Brasil no ano que passou, publicado na edição de fevereiro, reflete a grande variedade de rótulos à disposição do consumidor. A criteriosa seleção foi feita por Guilherme Rodrigues, José Maria Santana e José Luiz Pagliari e eles elegeram 17 rótulos trazidos ao Brasil pela Porto a Porto/Casa Flora, incluindo o melhor vinho do Porto do ano.

Messias Porto Colheita 1963: eleito o melhor Porto do ano.
Messias Porto Colheita 1963: eleito o melhor Porto do ano.

 

Na categoria Melhores do Ano, Melhor Porto: Messias Porto Colheita 1963, Caves Messias, Vila Nova de Gaia – Portugal. Entre os comentários dos degustadores: “Vinho de tirar o fôlego, uma das maiores safras do século passado. (…) Fino, almiscarado, intenso, notas de cogumelos, tabaco, zest de cítricos, pêssegos em passa. Textura sedosa, cheia, refinada e fresca”.

Confira outros destaques, separados por faixa de preço:

TINTOS

De R$199 a R$130:

-Solanes 2006 | Cims de Porrera | Priorato, Espanha

-Reguengos Garrafeira dos Sócios 2008 | Coop. Agr. Reguengos de Monsaraz | Alentejo, Portugal

De R$129 a R$70:

-Marqués de Tomares Reserva 2011 | Marqués de Tomares | Rioja, Espanha

-Santa Carolina Specialties Carignan 2010 | Santa Carolina | Vale do Maule, Chile

-GR 174 2011 | Casa Gran del Siurana | Priorato, Espanha

– Nimbus Single Vineyard Pinot Noir 2011 | Santa Carolina | Vale de Casablanca, Chile

Até R$69

-Filipa Pato Baga e Touriga Nacional 2011 | Filipa Pato | Beiras, Portugal

BRANCOS

Acima de R$ 230

-Didier Daguenau Blanc Fumé de Pouilly 2006 | Didier Daguenau | Vale do Loire, França

De R$229 a R$71

-Filipa Pato Nossa Calcário Branco 2013 | Filipa Pato | Bairrada, Portugal

Clos de Floridene branco, entre os melhores.
Clos de Floridene branco, entre os melhores.

Clos Floridene Branco 2011 | Denis Dubordieu | Bordeaux, França

-Pinot Gris Rosenberg Calcarius 2004 | Domaine Barmes Buecher | Alsácia, França

-Santa Carolina Reserva de Familia Chardonnay 2011 | Santa Carolina | Vale de Casablanca, Chile

Até R$70

-Portal do Fidalgo Alvarinho 2013 | Provam | Vinhos Verde, Portugal

-Santa Carolina Reserva Sauvignon Blanc 2013 | Santa Carolina | Vale de Leyda, Chile

CHAMPAGNE E ESPUMANTES

-Deutz Cuvée William Deutz 1998 | Deutz | Aÿ, Champagne, França

SOBREMESA

Winemaster’s Reserve Noble Late Harvest 2011 | Nederburg/Distell | Paarl, África do Sul

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Destaque da semana: vinho branco do Alentejo

Vila Santa Reserva, branco do Alentejo produzido por João Portugal Ramos.
Vila Santa Reserva, branco do Alentejo produzido por João Portugal Ramos.

As opções de vinhos atualmente são tantas que daria para experimentar um por dia durante toda a vida e ainda conheceríamos apenas uma pequena parcela da produção mundial. Para ajudar nessa deliciosa tarefa de conhecer rótulos diferentes, apresentamos o Destaque da Semana. Hoje vamos de vinho branco do Alentejo, em Portugal:

 Vila Santa Reserva 2012, Vinho Regional Alentejano, João Portugal Ramos

Vinho branco da região do Alentejo, feito das uvas Antão Vaz, Arinto e Sauvignon Blanc. Possui aromas cítricos e de frutas exóticas, com elegante nota de especiarias. Em boca, apresenta sabores completos e frescura mineral. Vai bem como como aperitivo, como acompanhamento para frutos do mar, queijos, como Gouda e Estepe, e para acompanhar bruschetta com legumes e queijos.

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Champanhe e espumante: da entrada à sobremesa.

Foto Hither and Thither
Foto Hither and Thither

As temperaturas podem estar mais amenas comparando-se ao começo do ano, o horário de verão acabou, mas o outono ainda demora para começar e os termômetros chegam aos 30 graus fácil pelo Brasil inteiro. Pensamos então em sugerir algumas maneiras para você passar bons momentos se refrescando à mesa. Para essas ocasiões, nada melhor que champanhe ou espumante na temperatura correta, vinhos que acompanham uma refeição da entrada à sobremesa e que vão muito além de festas ou comemorações.

“São vinhos que podem e devem acompanhar um almoço ou um jantar do começo ao fim. Em sua grande maioria, os pratos que vão bem com vinhos brancos combinam com champanhe e espumantes brut. A acidez de um prato como ceviche, por exemplo, vai de encontro a acidez desse estilo de vinho e a combinação é perfeita”, explica o enófilo e consultor de vinhos da Porto a Porto, Flávio Bin.

Basicamente pratos com sabor mais acentuado pedem champanhes e espumantes mais encorpados e com estrutura firme; receitas mais leves e aromáticas, pedem opções mais leves e frescas. Entre as sugestões de harmonização estão ostras, caranguejo (temporada só até março), siri, bolinho de bacalhau, culinária japonesa quente ou fria, receitas apimentadas em geral e queijos brancos não muito maturados.

“Se a opção for uma refeição mais robusta, como leitão assado ou a pururuca, escolha um espumante mais encorpado. Nossa dica é o português 3B da Filipa Pato, pois esse é um prato típico da região da Bairrada e a harmonização clássica é justamente com espumante rosé. A acidez do vinho limpa o palato de toda a gordura”, ensina o enófilo.

A enóloga portuguesa Filipa Pato assina o espumante 3B.
A enóloga portuguesa Filipa Pato assina o espumante 3B.

Vai bem com o que?

Os espumantes Nieto Senetiner Brut e Veuve du Vernay Brut, argentino e francês, respectivamente, possuem acidez elevada e combinam com receitas à base de peixes e frutos do mar. 

O espumante argentino Nieto Senetiner Brut, feito de Pinot Noir.
O espumante argentino Nieto Senetiner Brut, feito de Pinot Noir.

 

Para acompanhar ostras nada melhor que um belo champanhe Deutz Brut Classic. Essa dupla funciona tão bem porque o solo da região de Champanhe é composto de giz e calcário, o que transmite à bebida um toque mineral que combina com o molusco.

O premiado premiado champanhe Deutz, 90 pontos no Robert Parker.
O premiado champanhe Deutz, 90 pontos no Robert Parker.

Se o prato do dia for um ceviche, a escolha pode ser o Cava Don Román Brut Rosé, pois ele é um pouco mais encorpado que os vinhos de sua categoria e harmoniza à perfeição. Esse cava também vai bem com receitas mais condimentadas. Para sobremesas à base de frutas, escolha o Cava Don Román Demi Sec.

Cava Don Román Brut Rosé, combinação excelente para ceviche.
Cava Don Román Brut Rosé, combinação excelente para ceviche.

Dicas

Para gelar um champanhe ou espumante que estava fora da geladeira em meia hora basta colocá-lo em um balde com água gelada e pedras de gelo – não precisa nem sal, nem álcool. No Brasil, serve-se o champanhe a 8ºC e o espumante entre 6 e 7ºC;

Bom saber que se o gargalo estiver gelado também será um pouco mais difícil retirar a rolha. Quem deixou horas na geladeira, por exemplo, vai ter mais dificuldade para abrir do que os optaram pelo balde com água e gelo.

Tente não espumar demais a bebida, pois quando ela perde gás, perde qualidade. A não ser que você vença um campeonato de Fórmula 1, não chacoalhe a garrafa.

A taça e o vinho estão em temperatura diferentes. Então, sirva dois dedinhos em cada taça para que o copo comece a gelar. Em seguida, complete com o líquido até a altura desejada. Isso vai evitar a espuma e preservará a qualidade.

Confira algumas dicas de espumantes e champanhe distribuídos no Brasil pelas importadoras Porto a Porto e Casa Flora.

3B Filipa Pato

Da região da Bairrada, em Portugal, o espumante é feito das uvas Baga e Bical pela produtora Filipa Pato. Apresenta aromas de morango, framboesa, fermento de pão e algum toque tostado. No paladar é seco, com grande cremosidade e muita fruta. 12,5% de álcool.

Espumante Nieto Senetiner Brut

Feito em Mendoza, na Argentina, 100% com a uva Pinot Noir, possui cor levemente salmonado e aromas de flores brancas, frutas maduras, toques minerais e de brioche. Possui acidez equilibrada, é seco e elegante. 12,5% de álcool.

Veuve du Vernay Brut

Trata-se de um espumante francês produzido na região de Bordeaux com as uvas Chardonnay, Ugni Blanc, Colombard e Gros Manseng. É um vinho levemente espumante com delicados sabores de maçã e pera. Paladar macio e longo. 11% de álcool.

Cava Don Román Brut

O espumante espanhol é feito das uvas Xarel-lo, Macabeo e Parellada, elaborado pelo método tradicional, ou seja, a segunda fermentação acontece na garrafa. A cor desse Cava é amarela palha com leves reflexos dourados. Os aromas lembram mel. Em boca, é fresco e equilibrado. 12% de álcool.

Cava Don Román Rosé Brut

Da região espanhola do Penedès vem esse Cava feito com a uva Trepat pelo método tradicional, ou seja, segunda fermentação na garrafa. A cor é cereja claro, os aromas lembram frutas vermelhas e é mais encorpado que os tradicionais. 12% de álcool.

Deutz Brut Classic

O premiado champanhe Deutz (90 pontos tanto no Robert Parker quanto na Wine Spectator) é feito na sub-região de Aÿ. Trata-se de um assemblage das uvas Pinot Noir, Pinot Meunier e Chardonnay. A cor é dourada e profunda. Os aromas, muito expressivos com notas florais, brioches, amêndoas e frutos maduros, como peras. No paladar é frutado e muito persistente. Um champanhe de alta classe.

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